A invasão da favela da Rocinha

13/11/2011 by

Forças armadas, ordem e repressão no Rio de Janeiro

Brasil, século 20, modernização. Reformas urbanas no início do século e transferência da Capital para Brasília no meio do século. Por quê?

  • A elite se estrangeirando e querendo criar um ambiente ordeiro para governar e fugir do caos social da antiga Capital do Império e da República?
  • Uma utopia nacionalista de interiorização, tipo “bandeirantismo”?
  • Manipulações políticas de redes de poder internacional (colonialistas, monopolistas de poder e capital, sociedades supranacionais)?

Na virada no milênio, o caos e a violência urbana no Brasil estão instaurados e generalizados. Quem assume a responsabilidade por isso?

  • Os utopistas do avanço industrial, da civilização do aço, do concreto, da energia explosiva do combustível e da perigosa energia atômica?
  • Ou as castas burocráticas da politicagem, que se embriagam com o poder jogando em seus castelos impenetráveis?
  • Talvez a elite militar, que tomou o poder dos burocratas – com quais não quiseram debate, apenas violência, intimidação e tortura, como é comum ao meio militar – e largou o a economia nas mãos dos mais podres homens de negócios e impérios midiáticos?

Hoje recebemos imagens de uma comunidade pobre no Rio de Janeiro – a favela da Rocinha. A sequência de imagens parece sintetizar o resultado de um século inteiro: bens industriais modernos, paisagem cinza, energia explosiva e letal violentamente em movimento. Armas de fogo sendo usadas para trazer a “ordem” e o “progresso”.

Interesses estrangeiros e segurança pública no Rio de Janeiro

Abaixo fotos da Rocinha sendo ocupada: intervenção estatal militarizada

Comandando a orquestra: os interesses internacionais (a FIFA, os patrocinadores, os estrangeiros que virão), a elite estrangeirada querendo agradar seus amiguinhos com tudo “limpinho” do jeito que se imagina que eles gostam, os homens de negócios faturando fortunas sem serem incomodados.

E os impérios midiáticos nos mostrando as coisas como eles gostam de mostrar.

Temos que entender as coisas de um jeito que eles não gostem que entedamos.

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