A invasão da favela da Rocinha
Forças armadas, ordem e repressão no Rio de Janeiro
Brasil, século 20, modernização. Reformas urbanas no início do século e transferência da Capital para Brasília no meio do século. Por quê?
- A elite se estrangeirando e querendo criar um ambiente ordeiro para governar e fugir do caos social da antiga Capital do Império e da República?
- Uma utopia nacionalista de interiorização, tipo “bandeirantismo”?
- Manipulações políticas de redes de poder internacional (colonialistas, monopolistas de poder e capital, sociedades supranacionais)?
Na virada no milênio, o caos e a violência urbana no Brasil estão instaurados e generalizados. Quem assume a responsabilidade por isso?
- Os utopistas do avanço industrial, da civilização do aço, do concreto, da energia explosiva do combustível e da perigosa energia atômica?
- Ou as castas burocráticas da politicagem, que se embriagam com o poder jogando em seus castelos impenetráveis?
- Talvez a elite militar, que tomou o poder dos burocratas – com quais não quiseram debate, apenas violência, intimidação e tortura, como é comum ao meio militar – e largou o a economia nas mãos dos mais podres homens de negócios e impérios midiáticos?
Hoje recebemos imagens de uma comunidade pobre no Rio de Janeiro – a favela da Rocinha. A sequência de imagens parece sintetizar o resultado de um século inteiro: bens industriais modernos, paisagem cinza, energia explosiva e letal violentamente em movimento. Armas de fogo sendo usadas para trazer a “ordem” e o “progresso”.
Interesses estrangeiros e segurança pública no Rio de Janeiro
Abaixo fotos da Rocinha sendo ocupada: intervenção estatal militarizada
Comandando a orquestra: os interesses internacionais (a FIFA, os patrocinadores, os estrangeiros que virão), a elite estrangeirada querendo agradar seus amiguinhos com tudo “limpinho” do jeito que se imagina que eles gostam, os homens de negócios faturando fortunas sem serem incomodados.
E os impérios midiáticos nos mostrando as coisas como eles gostam de mostrar.
Temos que entender as coisas de um jeito que eles não gostem que entedamos.















